Por que usam a mentira para desmontar a Petrobras?

A Petrobras é a maior empresa nacional. É o núcleo da mais cadeia produtiva economicamente mais importante do Brasil. Já chegou a representar 12% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

E era a menina dos olhos de seu criador, o ex-presidente Getúlio Vargas.

Na fundação de um Brasil moderno, Vargas defendia a Petrobras como fiadora de nossa autossuficiência energética: com ela, o país venceria a dependência por combustíveis e derivados importados (já que potencializaria a indústria nacional) e se firmaria soberano.

E assim foi.

O caminho, porém, foi árduo. O capital estrangeiro e seus subalternos no Brasil (em especial a mídia) fizeram de tudo para que Vargas desistisse da estatal. As mentiras de favorecimento à corrupção e a um suposto comunismo, e as intensas pressões, levaram o  então presidente ao suicídio (1954). Em sua famosa carta-testamento, Vargas alertou sobre a necessidade de proteger a Petrobras.

A comoção popular pela morte do estadista aquietou a sanha pelo desmonte da estatal – retomado, na década de 1990, pelas mãos do governo Fernando Henrique Cardoso.

Depois de 2003, novo fôlego: grandes investimentos na área, desenvolvimento de tecnologia própria, exploração, pesquisa e a descoberta da maior riqueza em território nacional no último meio século – as reservas de petróleo e gás da camada do Pré-sal, em 2006.

Tal como ocorrido na criação da Petrobras, o Pré-sal foi desacreditado – agora pelos veículos da Rede Globo.

Defendendo os interesses das concorrentes estrangeiras da Petrobras, em 2015 o jornal do grupo chegou a publicar que o Pré-sal era “inútil”. As mentiras não cessaram: “[o delírio] atrasa exploração das reservas, corrupção desestabiliza Petrobras e queda do preço do petróleo deve inviabilizar a produção em algumas áreas”.

As previsões catastróficas não se confirmaram!

O Pré-sal não somente se mostrou uma imensa reserva de óleo e gás, como cumpriu a visão de Vargas: fazer da Petrobras garantidora da independência brasileira.

A partir do governo Temer (2016), um novo golpe contra o Brasil e contra a estatal: privatizações, entrega de importantes áreas do Pré-sal às petrolíferas estrangeiras. O desmonte tem se intensificado no governo atual, assim como as mentiras para justificar a venda da petroleira.

Usar mentiras para convencer os brasileiros a entregar a Petrobras é imoral e chega a ser antipatriótico.

A Petrobras não apenas já tornou o Brasil muito mais forte, como ainda pode fazer muito mais pelo país. Mas para isso, ela precisa continuar sendo estatal.

 

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